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Ministros do STF e lideranças da Bahia encerram o XXV Congresso da Magistratura em Foz do Iguaçu — encontros, debates e um recado sobre acesso à Justiça 🏛️🧵

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Judiciário baiano se destaca no XXV Congresso da Magistratura em Foz do Iguaçu: ministros do STF e autoridades da Bahia fecharam o evento mais prestigiado do país com debates intensos e presença de mais de 2 mil participantes 🏛️🧵

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Imagine corredores lotados, conversas que viram pauta e delegações da Argentina, Uruguai, Chile e Paraguai — o Congresso virou palco de trocas internacionais e mostrou que as decisões do Judiciário repercutem além das fronteiras.

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No centro do palco, nomes que marcaram: Luiz Roberto Barroso (agora ex-presidente da Suprema Corte) e Edson Fachin (presidente do STF). Da Bahia, Cyntia Resende, Baltazar Miranda Saraiva, Newcy Mary da Cunha e Nartir Dantas Weber deram voz ao tribunal local.

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Os painéis não foram só cerimônia. Debateram-se acesso à Justiça, proteção de prerrogativas, condições de trabalho e diversidade no Judiciário — temas que tocam inclusão social e democratização do acesso aos serviços judiciais.

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Para o Judiciário baiano, o congresso foi uma janela: mostrar experiência local, influenciar boas práticas e articular políticas públicas. Foi também uma chance de reforçar transparência e compromisso com justiça social nas decisões.

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Houve também sinais de alerta: concentração de poder exige mecanismos de controle e mais participação; servidores e magistrados pediram respeito às prerrogativas e melhores condições de trabalho — mudanças necessárias para uma justiça mais eficaz.

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Ao fechar as cortinas em Foz, ficaram duas imagens: a de um Judiciário que dialoga com o mundo e a de um setor que precisa seguir abrindo espaços — por diversidade, por sustentabilidade institucional e por acesso igualitário à justiça no Brasil.

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