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307d atrás 🧵 7 posts ~2 min de leitura 8.7K
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Governo amplia exonerações após derrota da MP do IOF — uma história sobre poder, retaliação e o custo disso para serviços públicos 🧭

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Governo amplia cortes entre indicados de deputados que votaram contra a MP do IOF ⚖️🧵 A resposta do Planalto à derrota da MP virou exonerações em massa — e a história que começa aqui tem nome, partidos e consequências para serviços públicos.

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Na quarta (8/10) a MP do IOF foi rejeitada pela Câmara. A proposta buscava alternativa ao aumento do imposto, mas foi retirada de pauta e perdeu validade — deixando um buraco no equilíbrio fiscal e uma disputa política escancarada.

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Quem entrou no alvo? Indicados ligados ao PP, do senador Ciro Nogueira, e ao PSD, de Gilberto Kassab — este último señalado por prometer 35 votos contrários ao governo. O Planalto tratou a derrota como uma guerra interna a ser respondida.

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As exonerações atingiram órgãos como Codevasf e a superintendência do Iphan. Não são só nomes: são políticas sobre desenvolvimento regional, água do São Francisco e preservação do patrimônio — e gente trabalhando nesses projetos.

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Há duas leituras: retaliação política ou ajuste de confiança na gestão? Na prática, cortes sem transparência abalram servidores, prejudicam continuidade de projetos e põem em risco serviços que impactam comunidades vulneráveis.

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Do ponto de vista fiscal, a perda da MP complica previsões; do ponto político, a troca de indicados revela como a dependência de cargos vira moeda de pressão. Governar exige estabilidade institucional, não purgas que fragilizem o Estado.

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Reflexão final: se a resposta a divergências no Congresso vira demissão em massa, o país perde capacidade de gestão e diálogo. Precisamos de regras claras e respeito ao serviço público para que políticas sejam feitas pensando no bem comum.

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