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Estudo de Unoeste e Unesp revela lacunas no pré‑natal e risco para recém‑nascidos 🤰🩺

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Prudente: cobertura vacinal entre gestantes foi só 11% entre 2022 e 2023 😮🩺🧵 Uma pesquisa feita por estudantes da Unoeste e Unesp revela que a maioria das futuras mães não estava com a proteção prevista no pré‑natal.

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Os dados nasceram da checagem: 1.130 mulheres internadas foram contatadas e apenas 541 apresentaram a carteira de pré‑natal para revisão. Entre as que puderam ser avaliadas, a adesão às vacinas maternas era muito baixa — sinal vermelho para o cuidado preventivo.

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Por que isso importa? Vacinas como a dTpa (tétano, difteria e coqueluche) durante a gestação protegem o recém‑nascido nas primeiras semanas de vida, quando ele ainda não pode ser vacinado. Baixa cobertura = maior risco de surtos e de complicações neonatais.

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A história por trás dos números não é só técnica: faltam registros, há desinformação, dificuldade de acesso e, muitas vezes, prazos perdidos em pré‑natal fragmentado. Essas são barreiras que afetam mais quem já tem menos acesso a serviços de saúde.

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Imagine a cena: estudantes folheando cartões, encontrando doses anotadas, lacunas e espaços em branco. Cada cartão incompleto era uma história de cuidado interrompido — e um retrato da necessidade de fortalecer a atenção primária e a continuidade do pré‑natal.

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Soluções existem: integrar vacinação ao atendimento obstétrico, campanhas locais focadas em gestantes, busca ativa nas unidades básicas e registro digital confiável. Políticas públicas e investimento na atenção básica são cruciais para reverter esse quadro.

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Reflexão final: se apenas 11% estavam vacinadas, até 89% podem estar sem a proteção adequada — uma lacuna que coloca recém‑nascidos e mães em risco. Não é só um número: é uma chamada para reforçar o pré‑natal, a informação e o acesso à imunização.

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