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Mendonça Filho quer auditores da Receita atuando como 'força adicional' na PEC da Segurança — impacto político e riscos em jogo 🧭

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Mendonça Filho diz que a Receita será “força adicional” no combate ao crime na PEC da Segurança — proposta que ele promete entregar mais descentralizadora e ousada ao Congresso 🧵

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A história começa com uma missão: o presidente da Câmara, Hugo Motta, pediu que Mendonça viabilizasse politicamente a PEC idealizada pelo ministro da Justiça Ricardo Lewandowski. Ex-governador e ex-ministro, ele quer um texto que amplie ação local e federal.

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A novidade: incluir auditores da Receita Federal como suporte aos órgãos de segurança. Segundo Mendonça, foi demanda do Ministério da Fazenda, do ministro Fernando Haddad e do secretário Robinson Barreirinhas. A ideia é usar inteligência financeira para seguir o dinheiro.

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Na prática, auditores poderiam rastrear lavagem, bens ocultos e fluxos que financiam o crime organizado — ferramentas que muitas vezes faltam na polícia. Mas transformar fiscais em ‘força’ exige regras claras, proteção de dados e salvaguardas democráticas.

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Há um fio de tensão política: a proposta promete descentralizar, mas também pode alterar o equilíbrio entre órgãos. Parlamentares, associações de auditores e entidades de direitos civis já debatem limites, supervisão e a proteção dos trabalhadores envolvidos.

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O que observar daqui pra frente: texto final do relator, como ficará a definição de competências, garantias processuais e o cronograma de votação no Congresso. No fim, é uma história sobre segurança e democracia — buscar eficiência sem abrir mão de direitos.

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