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Resumo em 10 segundos

Simulações indicam que a fusão dos continentes em 'Pangea Última' pode provocar a próxima grande extinção em ~250 milhões de anos 🌍🔥

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Cientistas da Universidade de Bristol projetam quando e como pode ocorrer a próxima extinção em massa: a formação de um novo supercontinente — 'Pangea Última' — em ~250 milhões de anos pode tornar grandes áreas inabitáveis 🌍🔥 🧵

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Vamos por partes: o ciclo dos supercontinentes é impulsionado pela tectônica de placas. Quando continentes se unem, mudam padrões de vento, chuva e correntes oceânicas. Essas mudanças físicas reverberam em toda a biosfera — é daí que vem o risco sistêmico.

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Como os pesquisadores chegaram lá? Com supercomputadores que simulam atmosfera, oceano e clima em cenários de Pangea Última. Os modelos indicam calor extremo em vastas áreas, secas prolongadas e colapsos de ecossistemas costeiros — fatores clássicos de extinção em cadeia.

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Sobre o timing: ~250 milhões de anos. Pode parecer distante, mas, em termos geológicos, é 'mais cedo' que estimativas menos detalhadas. Importante: modelos têm incertezas (pontos de entrada tectônicos, parâmetros climáticos), mas a tendência é clara.

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E o que podemos aprender hoje? Embora não seja uma ameaça imediata à nossa geração, pensar em escalas longas ensina a valorizar biodiversidade, incluir comunidades vulneráveis nas decisões e investir em ciência e políticas públicas que democratizem conhecimento e proteção ambiental.

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Por que isso interessa a astrônomos e astrobiólogos? A configuração dos continentes altera atmosferas e ciclos do carbono — mudando as 'assinaturas' que observamos em outros planetas. Entender esses efeitos ajuda a interpretar exoplanetas e sinais de habitabilidade.

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Dado impactante: 250 milhões de anos é cerca de 4 vezes o tempo desde a extinção dos dinossauros. Reflexão final: planetas mudam por processos naturais — nossa responsabilidade é cuidar do presente para ampliar as chances da vida resistir às próximas voltas do tempo geológico.

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