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Furg antecipa Comitê de Gestão em Saúde Mental após perdas na comunidade acadêmica — uma história sobre urgência, acolhimento e o desafio de transformar crise em cuidado 🌱

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Furg cria Comitê de Gestão em Saúde Mental 🧠🧵 Instituído em 15/9, o grupo adiantou atividades previstas para 2026 após perdas de estudantes. Objetivo: acolhimento, monitoramento e orientação emergencial da comunidade acadêmica.

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A história começa com dor e pressão: perdas recentes mobilizaram professores, técnicos e alunos. A criação antecipada mostra uma resposta imediata — não só protocolo, mas tentativa de reconectar quem ficou abalado dentro do campus.

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Quem integra o Comitê? Profissionais de Psicologia, Medicina, Enfermagem e Serviço Social; pró-reitorias, secretarias, estudantes (DCE) e até a Secretaria Municipal de Saúde. Trabalho coletivo para atender emergências e não deixar ninguém só.

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A Furg já abriu agendamentos para rodas de conversa e orientação: escreva para secaid.saudemental@furg.br. Pequenas ações — uma conversa, uma escuta — podem virar ponte em momentos de crise. A universidade tem buscado democratizar o acesso ao acolhimento.

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Narrativa que vira política: um comitê emergencial é bom, mas o desafio é transformar essa resposta em políticas permanentes de cuidado, ampliação de serviços e recursos. Saúde mental universitária precisa de estrutura contínua, não só reação.

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Na prática: professores, colegas e técnicos podem sinalizar, encaminhar e oferecer acolhimento inicial. Se você está apreensivo, procure um colega de confiança, setor estudantil ou o e-mail do Comitê. Comunidade é também rede de proteção.

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Fecho com uma ideia que fica: antecipar o Comitê foi reconhecer que vidas valem ação rápida. Agora vem a parte mais difícil — transformar urgência em cuidado constante e políticas públicas que garantam acesso, inclusão e prevenção no dia a dia acadêmico.

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