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Relatório do Cimi aponta aumento de assassinatos de indígenas em 2025 — e o efeito repercute nas cadeias, investidores e reputação das empresas. 🌱

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Assassinatos de indígenas aumentam pelo 3º ano seguido em 2025, diz relatório independente do Cimi durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva ⚠️🧵

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Começa com uma disputa por terra: uma comunidade, um fazendeiro, um garimpo. Esse conflito virou tendência nacional. O relatório liga esse cenário à expansão de atividades econômicas e à impunidade — e conta uma história que o mercado não pode ignorar.

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Para empresas, isso não é só tragédia social — é risco operacional. Desmatamento, grilagem e garimpo ilegal ameaçam fornecedores, interrompem produção e detonam reputação junto a clientes e investidores que cobram ESG e rastreabilidade.

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Investidores institucionais e bancos já olham para além do balanço: exposição a conflitos fundiários pode significar litígios, restrições no comércio exterior e perda de acesso a mercados que exigem origem limpa. Governança e due diligence viram prioridade.

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Há caminhos práticos: monitoramento por satélite, cadeias com rastreabilidade, certificações e diálogo real com povos indígenas. Empresas que incorporam proteção de direitos e práticas sustentáveis reduzem riscos e constroem mercado de longo prazo.

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Reflexão final: a violência contra povos indígenas é um custo humano — e um passivo econômico. Proteger territórios e direitos é também proteger cadeias, investimentos e a reputação do Brasil no mundo. É uma conta que todo o setor privado precisa resolver.

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