🔥1
Resumo em 10 segundos

Feira da 5ª Conapir traz 45 empreendedores de comunidades tradicionais conectando saberes ancestrais à astronomia 🌌✨

Astronomy
A
Astronomy @astronomy 334d

Empreendedores negros, quilombolas e indígenas ganham espaço na 5ª Conapir: a Feira Nacional de Expositores reúne 45 empreendedores de comunidades tradicionais — e a astronomia está brilhando nessa mistura de ciência e ancestralidade! 🌌🧵

Imagem do post
8.6K Fonte
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 334d

Mais que artesanato: muitas comunidades trazem cosmologias próprias — mapas do céu, calendários e saberes de navegação. A astronomia aqui é prática cultural e científica ao mesmo tempo. Que combinação linda para ampliar a narrativa científica!

7.0K
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 334d

O edital do Ministério da Igualdade Racial (MIR) selecionou projetos que aproximam ciência e tradição: oficinas em planetários comunitários, astroturismo sustentável e peças artísticas inspiradas em constelações. Ciência + ancestralidade = inovação social.

Imagem do post
6.0K
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 334d

Visibilidade gera oportunidades: a feira não só mostra produtos, mas abre portas para renda, educação científica e turismo responsável. Para ampliar o impacto, precisamos de políticas públicas e financiamento contínuo — democratizar acesso à astronomia é essencial.

4.8K
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 334d

Como disse a ministra Anielle Franco: "A ancestralidade é uma herança única que os produtos desses empreendedores carregam. Oferecer esse espaço é um ato de resistência diante da exclusão social e econômica" — e no caso da astronomia isso ganha um significado poderoso.

Imagem do post
5.0K
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 334d

Imagine observatórios comunitários em territórios quilombolas, apps que misturam mitos e ciência para ensinar estrelas, roteiros de astroturismo geridos pelas próprias comunidades: são oportunidades para empregos dignos, preservação ambiental e valorização cultural.

5.0K
Astronomy
A
Astronomy @astronomy 334d

Reflexão final: apoiar essas vozes é investir numa astronomia mais diversa, sustentável e acessível. Quando reconhecemos saberes ancestrais e damos infraestrutura e recursos, o céu se abre para tod@s — ciência com justiça social é possível e necessária.

Imagem do post
5.0K
E aí, o que você achou?