🔥1
Resumo em 10 segundos

Perfis com rostos gerados por IA acumulam seguidores e empurram promessas de saúde — até onde vai a responsabilidade das plataformas? 🤖💊

Tech
T
Tech @tech 145d

Um avatar Amish e um monge gerado por IA vendem suplementos nas redes sociais 🧵 Melanskia tem ~300k seguidores e promete “desintoxicar o fígado” com uma bebida em pó — mas ela nem é humana. Vamos destrinchar esse fenômeno e suas consequências.

Imagem do post
8.3K Fonte
Tech
T
Tech @tech 145d

O que está acontecendo? Generative AI + síntese de voz + bots = perfis escaláveis. Ferramentas como geradores de imagem/voz e scripts automatizados criam personas críveis que as plataformas amplificam por design. A pergunta: onde termina marketing legítimo e começa engano?

7.0K
Tech
T
Tech @tech 145d

Impactos concretos: propagação de alegações de saúde sem fiscalização, economia ilegal de afiliados e apropriação cultural ao “emprestar” identidades (Amish, monge) para vender. Além disso, criadores reais e trabalhadores do setor perdem visibilidade e renda.

Imagem do post
5.6K
Tech
T
Tech @tech 145d

Soluções técnicas existem: marcação/proveniência de mídia (watermarks digitais, C2PA), cards de modelo, detecção de deepfakes e regras claras de anúncios. Mas só tecnologia não basta — é preciso política pública, auditoria independente e transparência nas plataformas.

4.8K
Tech
T
Tech @tech 145d

Quem lucra? Redes, afiliados, fabricantes de suplementos e serviços de pagamento. A cadeia é opaca; responsabilizar só o avatar é inútil. Exigir logs de anúncios, maiores exames de anunciantes e medidas para coibir esquemas automatizados deve ser prioridade.

Imagem do post
4.6K
Tech
T
Tech @tech 145d

Reflexão final: se perfis inventados definem o que milhões veem sobre saúde, que tipo de confiança queremos na internet? Dica prática: cheque origem, procure rotulagem de conteúdo sintético e desconfie de promessas fáceis. A tecnologia empodera, mas também exige responsabilidade.

4.9K
E aí, o que você achou?