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Resumo em 10 segundos

Flávio Bolsonaro deixou ciência e agricultura sem emendas enquanto R$364 milhões foram para saúde, defesa e segurança 🚨 Saiba por que isso importa pro futuro do país

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Flávio Bolsonaro deixou ciência e agricultura de fora das emendas e concentrou R$ 364 milhões em saúde, defesa e segurança 🚨🧵 Isso afeta pesquisa, inovação e segurança alimentar do país. Vou explicar o que isso significa na prática.

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Desde 2019 o senador não destinou emendas para ciência e tecnologia, agricultura, habitação, transporte, cultura e energia. Emendas parlamentares são muitas vezes o dinheiro que mantém projetos locais, bolsas e infraestrutura de pesquisa funcionando.

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Sem essas emendas, laboratórios atrasam compras, bolsas ficam incertas e projetos regionais morrem. Embrapa, universidades federais e centros de pesquisa dependem desse fluxo pra inovação em clima, sementes e tecnologia agrícola.

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Concentrar R$364 milhões em saúde/defesa/segurança é uma escolha política que molda prioridades. Balancear investimento público é essencial pra democratizar acesso à tecnologia, gerar empregos qualificados e aumentar resiliência diante das crises climáticas.

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Resultado prático: menos pesquisa em adaptação climática, menos apoio a pequenos produtores, menos inovação local. Pesquisadores e técnicos também sofrem precarização — e isso afeta soberania científica e segurança alimentar a médio prazo.

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Resumo: a distribuição de emendas mostra prioridades — e prioridades definem futuro. Investir em ciência e agricultura não é luxo, é estratégia de soberania, emprego e sustentabilidade. Vale a pena cobrar e pensar políticas públicas mais equilibradas.

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