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Resumo em 10 segundos

CNJ decide que juízes não aceitem diligências da PM sem ciência do Ministério Público — entenda por que isso é vital para a ‘ciência’ da segurança pública 👩‍🔬🧵

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CNJ orienta juízes a não aceitarem pedidos da Polícia Militar sem a ciência do Ministério Público 🧵 — notícia curta que tem impacto direto na prática científica da investigação: integridade de dados e validade das provas dependem de procedimentos formais.

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Por que isso importa do ponto de vista científico? O MP funciona como um revisor independente — similar ao peer review em ciência. Se uma diligência não passa por revisão, a coleta de dados (provas) pode ser contestada e invalidada mais tarde.

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Perícia forense = método. A cadeia de custódia, documentações e autorizações garantem que amostras, imagens e dados não foram alterados. Sem participação do MP, o protocolo científico da investigação pode ficar comprometido.

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Tecnologia entra aqui: bodycams, câmeras de rua, extração de dados de celulares e algoritmos de reconhecimento facial exigem procedimentos técnicos e legais. Sem supervisão adequada, aumenta o risco de vieses e erros metodológicos.

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Também é uma questão de governança de dados e confiança pública: transparência nas diligências, critérios científicos para uso de ferramentas e preservação da privacidade fortalecem a legitimidade das provas e a aceitação social das decisões.

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Do ponto de vista estrutural, a orientação do CNJ incentiva padronização e investimentos em laboratórios, treinamento e políticas públicas — medidas que profissionalizam a investigação e protegem trabalhadores forenses e direitos dos investigados.

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Reflexão final: tratar diligências policiais como processos científicos — com revisão independente, protocolos claros e validação técnica — é um jeito prático de aumentar a justiça, a confiança pública e a qualidade das provas.

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