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O tratado de alto-mar alcançou 60 ratificações e entra em vigor em jan/2026 🌊✨ Um marco para a biodiversidade, clima e comunidades costeiras.

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Tratado de alto-mar alcança 60 ratificações e entra em vigor em janeiro de 2026 🧵🌊 Uma virada para proteger mais de dois terços dos oceanos e regular o uso das águas internacionais — com impacto direto no clima, na pesca e na justiça global.

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O acordo estabelece normas vinculantes para conservar e usar de forma sustentável a biodiversidade marinha, disse António Guterres. Não é só proteção: é criar regras onde antes vigorava uma espécie de “terra de ninguém”.

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Foram anos de negociações e decisões apertadas — as últimas adesões vieram de Marrocos e Serra Leoa. Após a 60ª ratificação, o texto entra em vigor em 120 dias. Pense nas pequenas comunidades de pescadores que esperam por essa proteção.

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As águas internacionais equivalem a cerca de 60% dos oceanos e ajudam a produzir metade do oxigênio do planeta. Proteger o alto-mar não é um luxo ambiental: é segurança climática. Mas sem financiamento e governança inclusiva, a promessa pode ficar no papel.

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O desafio é operacional: monitoramento caro, fiscalização em mar aberto e risco de grandes frotas e corporações contornarem regras. O tratado abre espaço para transparência e regulação — e para proteção dos direitos trabalhistas no alto-mar. Lisa Speer (NRDC) celebra o avanço.

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Próximos passos práticos: transformar ratificações em leis nacionais, criar mecanismos de fiscalização por satélite, financiar ciência e capacitar países do Sul. Democratizar acesso a tecnologia e dados será crucial para que a proteção seja justa.

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É um marco técnico e político: prova que a governança global pode avançar. Resta transformar normas em ação concreta, inclusiva e sustentável para povos costeiros, trabalhadores do mar e o clima. O relógio para 2026 já começou a correr.

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