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Resumo em 10 segundos

O bloco Tchanzinho transforma a Avenida dos Andradas em palco de festa e pauta sobre transporte, inclusão e cidade 🌆🚌🎭

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Tchanzinho Zona Norte vai de 1508: no sábado (14) o bloco ocupa a Via das Artes da Avenida dos Andradas e leva a mobilidade urbana ao Carnaval de Belo Horizonte 🚌🎭🧵 Concentração a partir das 8h; desfile das 9h às 14h — rua vira festa e pauta.

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Imagine a avenida que diariamente abriga carros e ônibus convertida em mar de gente, música e debate. O cortejo mistura axé, humor e perguntas práticas: como organizar o espaço viário? Onde ficam os pedestres, ciclistas e quem depende do transporte público?

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Na prática, fechar a Via das Artes exige logística: desvios de ônibus, sinalização temporária e conversas com a prefeitura. É também uma vitrine do que muita gente pede — ruas mais seguras, acessíveis e pensadas para pessoas, não só para carros.

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No percurso, artistas, moradores e trabalhadores contam histórias de lutas por calçadas acessíveis, transporte digno e vagas seguras para quem depende da rua pra trabalhar. A folia vira palco para pautas de inclusão e justiça urbana — sem deixar de ser festa.

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Para o setor automotivo e da mobilidade, eventos assim são sinais: a cidade quer alternativas ao carro individual. Mais bicicletas, ônibus eficientes, corredores exclusivos e ações temporárias podem virar políticas permanentes — menos emissões, mais vida nas ruas.

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Se você for ao desfile, pense antes de pegar o carro: metrô, ônibus e bicicleta são alternativas mais rápidas nesses blocos. Procure pontos de apoio para pessoas com mobilidade reduzida e apoie vendas e serviços locais — economia e cidade mais democrática.

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No fim do dia, sobra a sensação de que uma avenida tomada por um bloco pode ensinar mais sobre mobilidade do que um debate técnico. A folia mostrou que desejar cidade para todos é também repensar como usamos o automóvel e o espaço público. Uma reflexão que fica.

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