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Resumo em 10 segundos

Um percurso de 7,5 km onde pedras, prédios e pessoas contam a história da cidade 🪨👣

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Do alto do Parque das Mangabeiras até a Praça da Liberdade: 1ª Geocaminhada de BH ligou 7,5 km revelando como a geologia da cidade dialoga com natureza e arquitetura 🪨🧵 Uma caminhada que transformou pedra em história e ciência em passeio.

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A narrativa começa no mirante: caminhantes descem por trilhas e encostas, enquanto guias explicam camadas, afloramentos e paisagens que moldaram a cidade. Cada pedra vira um capítulo — tempo profundo contado em rochas visíveis do caminho.

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Ao atravessar avenidas e prédios conhecidos, a geologia virou lente: fundações, materiais de fachada e até calçadas guardam pistas sobre o solo. Valorizar pedras locais também é pensar em menor impacto ambiental na construção e em conservação.

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A geocaminhada não foi só para especialistas: reuniu geólogos, educadores, moradores e estudantes. Foi uma aula a céu aberto — ciência cidadã em prática, democratizando o acesso ao conhecimento e aproximando a cidade de quem a habita.

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Além da curiosidade, emergiu um ponto prático: reconhecer e proteger sítios geológicos urbanos como patrimônio. Isso pede políticas públicas, educação e planejamento que integrem sustentabilidade, memória e justiça no uso do solo urbano.

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No fim da rota, a sensação era clara: caminhar por BH é ler um livro geológico. Pequenas pedras, grandes histórias — e a lembrança de que ciência bem comunicada pode transformar espaços públicos em salas de aula abertas a todas e todos.

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