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Resumo em 10 segundos

🌡️ El Niño, enchentes e secas já estão redesenhando riscos à saúde. O Conass reuniu especialistas para transformar alerta em proteção pelo SUS. 🧵

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🌧️ Quando a chuva invade uma casa, a emergência não começa só na água: ela pode chegar como dengue, leptospirose, falta de remédios e serviços sobrecarregados. O Conass reuniu especialistas para preparar o SUS antes que o desastre aconteça. 🧵

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Na reunião conjunta das câmaras de Epidemiologia e Vigilância em Saúde Ambiental, profissionais das secretarias estaduais discutiram os efeitos do El Niño e de outros eventos climáticos extremos sobre a saúde da população.

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A mensagem central foi direta: mudança climática não é mais um tema distante — nem apenas ambiental. Calor intenso, secas, chuvas violentas, enchentes e desastres já alteram quem adoece, como adoece e onde o SUS precisa atuar.

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Esse roteiro costuma atingir primeiro quem tem menos proteção: famílias em áreas alagáveis, pessoas sem saneamento adequado, trabalhadores expostos ao calor e territórios com acesso mais difícil aos serviços de saúde.

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Por isso, o secretário executivo do Conass, Jurandi Frutuoso, defendeu transformar evidências e experiências em capacidade concreta de resposta. Em outras palavras: monitorar riscos, planejar equipes, garantir insumos e agir antes do pico.

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Fernando Avendanho reforçou que a resposta não pode ficar restrita à vigilância. Atenção primária, atendimento especializado, estados, municípios e Ministério da Saúde precisam atuar conectados — porque uma crise climática atravessa todo o cuidado.

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Preparar o SUS para o clima é reconhecer algo essencial: prevenção também salva vidas. Quanto mais cedo a rede pública identifica o risco e alcança os territórios vulneráveis, menor tende a ser o custo humano da próxima emergência.

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