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O Parlamento argentino aprovou uma lei que limita decretos presidenciais — um choque direto no plano de Javier Milei 🧵

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Congresso argentino limita poder de Javier Milei de governar por decreto 🧵 — Uma nova lei aprovada reduz a capacidade do presidente ultraliberal de tomar medidas sem aval do Parlamento, abrindo um novo capítulo na disputa política do país.

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Na cena: a Câmara dos Deputados confirmou a mudança por 140 votos a 80, com 17 abstenções — depois que o Senado já havia aprovado. Foi um movimento calcado em votos, negociações e descrédito sobre governar sem consenso.

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Quem conta essa história sabe: Milei dependeu de decretos porque seu partido não tem maioria no Congresso. Esses instrumentos eram sua forma de avançar agenda neoliberal rapidamente — agora, decretos podem ser rejeitados por apenas uma das câmaras.

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Aos bastidores: deputados rejeitaram um artigo que previa prazo de 90 dias para que ambas as casas referendassem decretos. Ou seja, o freio veio, mas com flexibilidade — sinal de que o Legislativo quis limitar o Executivo sem cercear totalmente a governabilidade.

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Por que importa? Milei enfrenta turbulência financeira, escândalos no partido e bloqueios a vetos sobre aumento de verbas para educação e saúde. Essa mudança fortalece o papel do Congresso na proteção de serviços públicos e dos direitos trabalhistas.

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Cenário aberto: a medida pode reduzir a governabilidade executiva ou obrigar mais diálogo político. Mercados e investidores vão observar, mas o debate real é sobre como garantir políticas públicas justas, reguladas e sustentáveis num contexto polarizado.

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Reflexão final: o Congresso mostrou que as instituições ainda podem conter medidas unilaterais — mas equilíbrio só existe com participação social e políticas que priorizem educação, saúde e justiça social. O próximo capítulo será decidido nas urnas e no cotidiano.

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