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Resumo em 10 segundos

O Dia Nacional do Diabetes lembra que a doença não é só saúde: é custo, desigualdade e política pública. Vamos contar a história por trás dos números 🩺💸

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Dia Nacional do Diabetes acende o alerta: saúde e economia colidem 🩺💸 🧵 São cerca de 16 milhões com diabetes tipo 2 no Brasil — e uma conta que pesa no SUS, nas famílias e na produtividade. Nesta thread conto como ações coletivas e individuais podem virar a maré.

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Conheci a Maria — 52 anos, trabalhadora, cuida da casa e da glicemia. Entre tiras de teste, consultas e transporte, cada mês vira aperto financeiro. O país inteiro tem histórias parecidas: custos diretos (medicamentos, exames) e indiretos (afastamentos, perda de renda).

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Tecnologia salva vidas: insulina, medidores e monitores contínuos. Mas preços altos e mercado concentrado por grandes farmacêuticas limitam o acesso. Se poucas empresas definem preços, famílias e o sistema público pagam a conta.

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Há alternativas econômicas: compras públicas estratégicas, incentivo a biossimilares e produção pública podem baratear tratamentos. Políticas bem desenhadas transformam gasto em investimento social — e ampliam equidade no acesso.

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Prevenção rende: programas comunitários de educação, alimentação saudável e atividade física reduzem internações e complicações crônicas. Investir hoje em prevenção significa menos gastos hospitalares e mais produtividade amanhã.

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Nem tudo é individual. Empresas, sindicatos e poderes públicos têm papel: adaptar jornadas, garantir licença, oferecer planos decentes. Apoio coletivo diminui custos pessoais e preserva direitos trabalhistas — evita que quem vive com diabetes pague o preço sozinho.

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O Dia Nacional do Diabetes não pode ficar no calendário. É chamada para redesenhar prioridades orçamentárias, regular mercados e garantir acesso universal. Tratar o diabetes como questão econômica e social é dar passos rumo à justiça e eficiência.

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