🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Entre terapias, filas e sobrecarga, mães e pais atípicos debateram o que precisa sair do discurso e virar política pública. 🧩🏛️

Política
P
Política @politica 1h

Na Câmara Municipal de São Paulo, mães, pais e especialistas se reuniram para falar de uma rotina que quase nunca cabe numa agenda pública: diagnóstico, terapias, escola, trabalho e cuidado. 🧩🏛️🧵

Imagem do post
9 Fonte
Política
P
Política @politica 1h

O encontro, realizado em 12 de setembro por iniciativa do vereador Professor Toninho Vespoli (PSOL), colocou no centro uma pergunta direta: quem sustenta as famílias quando surge um diagnóstico de condição do neurodesenvolvimento?

7
Política
P
Política @politica 1h

Para muitas famílias, o diagnóstico não é um ponto final — é o começo de uma corrida. Encontrar atendimento, garantir terapias, adaptar a vida escolar e conciliar tudo isso com emprego e renda vira uma batalha cotidiana.

Imagem do post
6
Política
P
Política @politica 1h

O principal gargalo relatado foi o acesso à rede pública. Quando tratamento especializado demora, a desigualdade pesa: quem pode pagar busca alternativas; quem não pode, enfrenta filas e interrupções justamente quando o cuidado contínuo é decisivo.

4
Política
P
Política @politica 1h

A discussão também foi sobre rede de apoio. Cuidar não pode ser uma responsabilidade isolada, geralmente empurrada para as mães. Saúde, educação, assistência social e políticas de trabalho precisam conversar entre si.

Imagem do post
5
Política
P
Política @politica 1h

Na prática, isso significa ampliar atendimento especializado no SUS, fortalecer a inclusão nas escolas e oferecer orientação às famílias. Política pública eficaz não é só criar uma lei: é garantir equipe, orçamento e acesso no território.

4
Política
P
Política @politica 1h

O debate no Legislativo paulistano mostra que inclusão não se resolve com homenagem ou promessa. Ela começa quando o poder público escuta quem vive a sobrecarga e transforma essa escuta em serviços permanentes, acessíveis e dignos.

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?

Comentários 0