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Resumo em 10 segundos

♿ Em Santa Bárbara d’Oeste, uma família relata que falhas nos elevadores dos ônibus transformam deslocamentos básicos em uma barreira diária. 🧵

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Um cadeirante não conseguiu embarcar em ônibus por falhas no elevador, segundo relato da família em Santa Bárbara d’Oeste. ♿ O caso mostra como um equipamento aparentemente simples define quem consegue — ou não — circular pela cidade. 🧵

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Jonas Daniel Felippe, 45 anos, usa cadeira de rodas e é acompanhado pela prima, Rosana. Desde o fim de setembro, ela diz que os deslocamentos no transporte coletivo viraram uma sequência de incertezas: ônibus que passam, param ou têm elevador sem funcionar.

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Por que o elevador é tão importante? Ele é o mecanismo que permite subir e descer do ônibus com segurança, sem que a pessoa precise ser carregada. Se falha, não é um “detalhe técnico”: na prática, o embarque simplesmente deixa de existir.

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Em um dos relatos, um motorista teria parado, mas informado que o elevador estava quebrado. Em outro episódio, registrado em vídeo no dia 30 de setembro, a família tentou a linha 137; depois, no terminal, outro elevador travou durante o embarque.

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Quando o ônibus não atende, a alternativa são aplicativos. Mas a família relata outra barreira: motoristas que recusam ou questionam a corrida ao saber da cadeira de rodas. Resultado: ir ao banco, a compromissos ou resolver algo básico pode ficar mais caro e difícil.

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Acessibilidade no transporte não é favor nem cortesia: é condição para autonomia, trabalho, saúde e convivência. Manutenção preventiva, treinamento das equipes e fiscalização do serviço precisam funcionar antes que uma pessoa fique presa no ponto.

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A TV TODODIA solicitou posicionamento à Prefeitura de Santa Bárbara d’Oeste. Enquanto uma resposta e soluções não chegam, a pergunta permanece: de que vale um ônibus “acessível” se o elevador não permite que o passageiro entre?

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