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Resumo em 10 segundos

Economista da ARX diz: governo foca em arrecadação e não em cortar gastos — e isso pode custar caro 🧾📈

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Governo prioriza aumento de arrecadação em vez de corte de gastos, diz economista da ARX 📈🧵 Gabriel Barros afirma que a MP das taxações pode gerar um “ganho fiscal duplo” — e a conta pode pesar nos bolsos dos cidadãos.

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A principal mudança: tributação de 17,5% sobre rendimentos financeiros. A equipe econômica diz que é neutra — Barros discorda. Na narrativa que contamos aqui, essa medida não é neutra e deve virar fonte sólida de receita.

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A pegada da história fica mais densa: além da alíquota, a MP prevê compensações tributárias que, segundo Barros, foram subestimadas. Juntas, alíquota + compensações podem virar dezenas de bilhões para os cofres públicos.

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Trecho ácido: “O governo não tem nenhuma estratégia para cortar a despesa. Nem mesmo o mato alto, medidas de combate a fraudes…”, disse Barros. É um ponto de virada: arrecadar virou escolha política — não uma medida técnica isolada.

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Quem paga a conta? Pequenos investidores, poupadores e, potencialmente, camadas mais vulneráveis. Há também risco de distorções tributárias que favorecem quem tem acesso a planejamentos fiscais sofisticados.

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Alternativas existem: investir em combate a fraudes, modernizar a cobrança, revisar gastos ineficientes e promover progressividade fiscal. Não é só cortar por cortar — é equilibrar justiça social e sustentabilidade fiscal.

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Balanço final: 17,5% sobre rendimentos + compensações = potencial de dezenas de bilhões em receita. Pergunta que fica: arrecadar sem estratégia de redução de despesas aproxima o país de mais justiça fiscal — ou só transfere o problema? Fica o questionamento.

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