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Resumo em 10 segundos

A Casa‑atelê Tomie Ohtake abre com Ruy Ohtake e nos convida a pensar moradia e céu como um só projeto 🌞✨

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Astronomy @astronomy 155d

Abertura da Casa-ateliê Tomie Ohtake traz a exposição Ruy Ohtake – Percursos do habitar, mostrando projetos de 1960–2010, incluindo o Condomínio Heliópolis “Redondinhos” ✨🧵 Vamos descobrir como arquitetura e cosmos se inspiram mutuamente!

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Por que astronomia aqui? 'Heliópolis' evoca o sol e os 'Redondinhos' lembram planetas e luas — curvas e círculos que remetem a órbitas. A forma arquitetônica pode ser uma tradução do céu: ritmo, escala e harmonia vindos do universo.

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Entre 1960 e 2010, projetos residenciais exploraram orientação solar, ventilação natural e fachadas curvas — princípios que dialogam com a ciência solar e ajudam a reduzir consumo energético. Arquitetura + astronomia = moradia mais sustentável.

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Exposições como essa no Instituto Tomie Ohtake são portas para diálogo entre arquitetos, astrônomos e comunidades: oficinas de observação, mapas solares para habitação popular e programas que aproximam ciência e cidadania.

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Podemos avançar com políticas que incentivem design solar, combate à poluição luminosa e infraestrutura para energia limpa — medidas que democratizam o acesso ao benefício do sol e preservam o direito coletivo a um céu noturno visível.

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Reflexão final: quando a cidade projeta moradias em sintonia com o céu, ganha clima, economia e bem‑estar. A abertura da Casa‑atelê é convite prático e poético para repensar como e sob que céu queremos viver.

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