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Resumo em 10 segundos

Entre a urgência de um paciente e a decisão de um juiz, há um sistema inteiro buscando respostas. 🩺⚖️

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Uma receita, um diagnóstico e uma porta que não se abre a tempo. 🩺⚖️ Nos dias 14 e 15 de outubro, o Ceará recebe o Fonajus Itinerante para discutir o que acontece quando o acesso à saúde chega ao Judiciário. 🧵

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A judicialização nasce, muitas vezes, de uma urgência: pacientes e famílias recorrem à Justiça para conseguir medicamentos, exames, internações ou tratamentos que não chegaram pela via administrativa.

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Mas cada ação judicial também revela uma pergunta maior: como garantir cuidado rápido, seguro e igualitário sem que o direito à saúde dependa da capacidade de buscar um advogado ou enfrentar um processo?

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Coordenado pelo CNJ, o encontro reúne Judiciário, instituições de saúde, Ministério Público, Defensoria e profissionais da área. A ideia é aproximar quem decide de quem conhece a realidade clínica e a gestão do SUS.

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No dia 14, a agenda inclui visitas ao Núcleo de Defesa da Saúde, ao Hospital Universitário do Ceará e reuniões com o Comitê Estadual de Saúde. É o debate saindo da sala e chegando onde o atendimento acontece.

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No dia 15, a Esmec sediará o seminário sobre desafios e perspectivas da judicialização. Um dos focos será a atuação do NatJus em doenças raras — casos que exigem evidência científica, escuta e decisões especialmente cuidadosas.

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O evento também celebra 10 anos do NatJus e marca a instalação do Comitê Regional de Saúde do Sertão Central. No fim, a melhor resposta não é ter mais processos: é construir políticas públicas que façam o cuidado chegar antes deles.

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