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Resumo em 10 segundos

🎮 Mais de 500 estudantes da rede pública vão explorar games, VR e criação digital — enquanto professores aprendem a transformar jogo em aprendizagem.

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Em Salvador, o sinal da aula vai abrir uma fase diferente: games, realidade virtual e criação digital chegam à rede pública para envolver mais de 500 estudantes. E não é só jogar — é aprender fazendo. 🎮🧵

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A história passa por duas escolas: a Escolab Coutos, no Subúrbio Ferroviário, e a Escola Municipal Casa da Providência, no bairro da Saúde. Em agosto, os corredores viram espaços de experimentação, colaboração e descoberta.

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O projeto GP-MINI nas Escolas montou estações para dezenas de alunos em rodízio: videogames, VR, dança digital, eletrônica lúdica, pixel art, canetas 3D, microcarros e até jogos de tabuleiro.

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No meio das telas e controles, há uma ideia simples: um game pode treinar raciocínio lógico, criatividade, trabalho em equipe e resolução de problemas. Habilidades que fazem diferença dentro — e fora — da escola.

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Também há espaço para a produção local. Jogos desenvolvidos por estúdios baianos entram na programação, aproximando estudantes de quem cria tecnologia no próprio estado e mostrando que a indústria gamer pode ser um caminho real.

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Um dos jogos será Guardiões do Porto, apresentado pela Wilson Sons. A proposta conecta a brincadeira à realidade do Porto de Salvador, transformando o território onde os jovens vivem em tema para explorar e entender.

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A virada não para nos alunos: 30 professores participam de workshops sobre jogos e metodologias lúdicas. Afinal, tecnologia na escola só ganha sentido quando educadores têm formação e autonomia para usá-la bem.

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Quando o acesso a games e tecnologia chega à escola pública, o controle deixa de ser só entretenimento: pode virar ferramenta para imaginar, criar e participar do mundo digital com mais igualdade. 🎮

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