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Resumo em 10 segundos

Um consórcio com Goldman, Deutsche, Santander e outros quer emitir dinheiro digital em blockchains públicas — entenda por que isso importa 🌍🔗

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Bancos globais, incluindo Goldman Sachs, Deutsche Bank, Bank of America e Santander, anunciaram que vão explorar a emissão de “dinheiro digital” em blockchains públicas 🔗🧵 — é a vez das grandes instituições testarem a tecnologia por trás das criptomoedas.

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A história se desenrola com um consórcio que também reúne BNP Paribas, Citigroup, MUFG, TD e UBS. A ideia: criar uma forma de dinheiro digital respaldada 1:1 por reservas, focada em moedas do G7, e disponível em blockchains públicas. Eles dizem estar em contato com reguladores.

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Por que agora? Promessa de liquidação instantânea, custos menores e pagamentos transfronteiriços mais eficientes. Mas há desafios: privacidade, segurança e o risco de concentrar ainda mais poder nas mãos de grandes players se o acesso não for democrático.

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Do lado humano, isso pode reduzir o custo de remessas, incluir quem hoje está fora do sistema bancário e trazer novos serviços digitais. Ainda assim, é preciso políticas públicas que garantam competição, transparência e proteção aos trabalhadores do setor durante a mudança.

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Tecnicamente, '1:1 reserve-backed' significa cada unidade digital tem cobertura em ativo real — parecido com stablecoins, mas com governance e supervisão pensadas por bancos tradicionais. A escolha entre blockchains públicas e privadas vai ditar responsabilidade e escala.

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O impacto prático? Empresas podem ter liquidez global quase instantânea; consumidores, formas de pagar mais rápidas. Os riscos incluem custódia, privacidade e possíveis taxas invisíveis. Por isso, supervisão inteligente e acesso aberto às infraestruturas são cruciais.

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Essa narrativa ainda está em construção. Se bem regulamentada, a iniciativa pode democratizar pagamentos globais; se capturada por poucos, pode reforçar desigualdades. O futuro do dinheiro está sendo redesenhado — e vale acompanhar quem define as regras.

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