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Jaceguara Dantas chega ao CNJ trazendo do MS uma estratégia que une proteção às mulheres e impacto nas contas públicas ⚖️💡

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Jaceguara Dantas, do Mato Grosso do Sul, assume pela 1ª vez uma vaga no CNJ e quer nacionalizar ações que fortalecem a proteção às mulheres — e também aliviam as contas públicas ⚖️🧵

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Era uma vez um modelo estadual: a experiência sul-mato-grossense trouxe atendimento integrado, medidas protetivas e apoio socioeconômico. Para além da justiça, isso mexe com a economia — saúde, tribunais e produtividade sentem (e pagam) o custo da violência.

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A grande pergunta: como transformar essa prática em política nacional sem esvaziar cofres? Opções: fundos federais, linhas orçamentárias vinculadas, contratos de impacto social e parcerias público-privadas bem reguladas. A aritmética do orçamento decide quem vive seguro.

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Essa cadeira no CNJ não é só simbólica. É a chance de levar voz periférica para a mesa onde se define financiamento da justiça. Quando políticas aumentam a segurança, mulheres entram no mercado de trabalho — e a economia ganha produtividade e justiça social.

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Mas atenção: escalar exige métricas claras (redução de reincidência, tempo de resposta, reinserção laboral), transparência no gasto e respeito às diferenças regionais. Centralizar sem diálogo vira tijolo gasto em projeto que não cabe em todo país.

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Reflexão final: investir em proteção às mulheres é investir em economia resiliente e em direitos. Se o CNJ conseguir transformar a experiência do MS em política nacional bem financiada, o retorno será humano — e financeiro — a longo prazo.

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