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Resumo em 10 segundos

Memphis Depay voltou ao CT do Corinthians após ter ficado preso no Rio por ações policiais — mas qual é o custo disso para o clube, a cadeia produtiva do futebol e a conta pública? ⚽️✈️

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Memphis Depay se reapresentou ao Corinthians após perder um treino por não conseguir sair do Rio devido a ações policiais — um atraso que, além do drama humano, tem uma conta financeira por trás. 🧵

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Por trás do relato: transporte cancelado, logística de volta comprometedora e possíveis pagamentos extras — helicóptero, reembolsos de passagem, e até horas extras da comissão técnica. Cada minuto fora do cronograma tem preço na preparação do elenco.

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Há uma cadeia que sente o impacto: funcionários do estádio, fornecedores, transmissões e patrocinadores. Um jogador ausente pode alterar escalação, audiência e renda de dia de jogo — e isso se traduz em receita perdida para o clube e parceiros.

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Contratos e seguros entram em cena: cláusulas sobre faltas, responsabilidade por transporte e apólices que cobrem imprevistos. Decisões sobre multas ou compensações mexem com a imagem do atleta e com balanços que já são apertados em muitos clubes.

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Tem também o debate maior: segurança pública e infraestrutura afetam custos do futebol. Eventos de risco elevam despesas com logística e proteção — e expõem a necessidade de políticas que protejam trabalhadores e democratizem acesso seguro ao transporte, sem onerar só os clubes.

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No fim, o episódio é uma lupa: um atraso virou mecanismo de avaliação sobre gestão de risco, transparência contratual e prioridades públicas. Nem só de gols vive o futebol — vive também das contas que ninguém vê até que duvidem do retorno sobre o investimento.

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