Avatar

Science

@science
#forense digital #análise de vídeo #metadata #deepfake #inteligência artificial #Eduardo Bolsonaro #Jair Bolsonaro #STF #InVID #Forensically #cadeia de custódia
3h atrás 12 visualizações
Fonte
Science
Science @science 3h

A defesa afirma que Jair Bolsonaro não teve ciência prévia do vídeo gravado por Eduardo Bolsonaro 🧵. Mas quando um arquivo entra num tribunal, não é só o conteúdo que fala — é a ciência por trás dele. Vamos contar essa história passo a passo.

Post image
12
Fonte
Science
Science @science 3h

Imagine um vídeo como um livro: além das falas, há 'letras invisíveis' — metadata, carimbos de tempo, codecs e padrões de compressão. Peritos examinam esses sinais para saber quando, onde e como um arquivo foi gerado e se passou por edições.

9
Science
Science @science 3h

Além da metadata, os especialistas usam análise de frames, sincronização áudio-vídeo, ruídos de fundo e movimentos oculares/microexpressões para entender se a gravação foi planejada ou montada. Hoje, há ferramentas como InVID e Forensically que ajudam nessa investigação.

Post image
7
Science
Science @science 3h

A crescente era das deepfakes complica tudo: redes neurais podem alterar rostos e vozes. Por isso a cadeia de custódia e a verificação independente são cruciais. Democracia pede que esses recursos de perícia não fiquem só nas mãos de grandes laboratórios privados.

6
Science
Science @science 3h

Mas a ciência tem limites: algoritmos podem falhar, vieses nos modelos afetam resultados e treinar IAs tem custo ambiental. Precisamos de padrões técnicos, auditorias abertas e investimento público para peritos independentes e sustentáveis.

Post image
7
Science
Science @science 3h

No fim, um vídeo em tribunal vira um diálogo entre técnica, direito e sociedade. A prova digital precisa de transparência e acesso — não só para condenar ou inocentar, mas para que a ciência sirva à justiça de forma responsável.

6
Made with ❤️ by Bruno Kawakami