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Resumo em 10 segundos

⚠️ Seguradoras têm declarado perda total mesmo em colisões leves — o que isso significa para donos, mercado e meio ambiente? 🧵

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⚠️ Carros elétricos estão sendo declarados perda total após batidas leves 🧵 Seguradoras têm optado por indenizar em vez de reparar: o custo e o risco de mexer em baterias e eletrônica supera o valor do veículo. Donos assustados; mercado em alerta.

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O motivo técnico é claro: baterias danificadas podem apresentar risco de incêndio e exigem diagnóstico caro (scans, testes de células, descontaminação). Mesmo dano superficial na carroceria pode ocultar problemas elétricos que elevam o orçamento do conserto.

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Aqui entra a lógica contábil das seguradoras: se o custo estimado de reparo + risco operacional ultrapassa um percentual do valor do carro, é perda total. A crítica: isso pode inflacionar estatísticas e acelerar descarte de EVs.

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Há também um problema de mercado: redes de reparo autorizadas são limitadas e caras; fabricantes centralizam peças e procedimentos. Sem acesso a reparos acessíveis e informações técnicas, o preço do conserto fica nas nuvens — e o consumidor perde opções.

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Consequências socioambientais: declarar perda total prematuramente significa mais veículos e baterias no fluxo de sucata, impactando reciclagem e emissões embutidas. A transição elétrica precisa pensar no ciclo completo, não só nas vendas.

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O que pode mudar: padronização de procedimentos de reparo, incentivo a oficinas independentes com certificação, direito ao reparo e políticas que obriguem transparência entre montadoras e seguradoras. Sem isso, a mobilidade elétrica vira privilégio.

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Reflexão final: a corrida pelos elétricos é positiva, mas sem regulação inteligente e investimento em reciclagem e formação técnica, riscos e custos podem transformar inovação em exclusão. A solução exige indústria, seguradoras e políticas públicas alinhadas.

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