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Projeto amplia Lei Antiterrorismo e pode encarecer crédito e afastar investidores — entenda o efeito dominó 📉🧩

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Projeto que iguala facções e milícias ao terrorismo pode elevar juros e reduzir crédito para empresas — e já acende o sinal de alerta entre bancos e investidores 🧵

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A proposta, de Danilo Forte (União-CE), amplia a Lei Antiterrorismo de 2016 para incluir organizações criminosas e milícias. Para o mercado, a preocupação não é só política: é financeira. Mudança na definição amplia incerteza jurídica e aumenta prêmio de risco.

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Como isso vira custo? Investidores precificam incerteza: mais risco político → maior risco-país → maior juro exigido. Empresas que dependem de crédito para capital de giro e expansão acabam pagando mais, ou simplesmente perdem acesso ao crédito.

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Na prática, bancos podem apertar garantias e elevar spreads. Títulos corporativos ficam mais caros; financiamento externo diminui. Quem sente primeiro é a ponta: pequenas e médias empresas, postos de trabalho e cadeias locais que já operam com margem curta.

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Investidores estrangeiros também observam regras claras e previsíveis. Se a legislação for vista como vaga ou abranger demais, fundos podem realocar capital para países com risco regulatório menor — e o câmbio e a bolsa reagem rápido.

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Há alternativas que reduzem danos: definir criteriosamente o que constitui terrorismo, garantir due process, criar medidas de mitigação (linhas de crédito emergenciais, fundos garantidores) e fortalecer políticas públicas de segurança social — tudo para não penalizar empregos e inclusão.

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No fim, não é só um texto no papel: é custo do crédito, investimento que deixa de chegar e empresas que podem sufocar. A discussão precisa ser técnica e transparente — proteger a sociedade sem transformar incerteza jurídica em imposto oculto sobre o crescimento.

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