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Resumo em 10 segundos

O assassinato de Tainara revela mais que crueldade: mostra falhas graves de investimento em prevenção e assistência 💔💸

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Crime contra Tainara em SP expõe algo que a gente fala pouco: a falta de investimento em prevenção e proteção às mulheres. O resultado é morte, trauma — e uma conta social que ninguém quer pagar 🧵

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Fala sério: abrigos lotados, serviços de saúde e psicologia subfinanciados e programas de prevenção que não saem do piloto. Isso não é só tragédia social — é um problema de orçamento. Onde está esse dinheiro que deveria proteger vidas?

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Violência gera custos diretos (saúde, justiça, assistência) e indiretos (perda de renda, produtividade, impacto na infância). Quem paga no fim? Famílias, empresas e o setor público — e a conta só aumenta se não investir em prevenção.

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O que funciona (e tem validade econômica): centros integrados 24h, linhas de denúncia eficazes, programas de reabilitação para agressores e capacitação de agentes locais. Escalar isso custa, mas também evita gastos muito maiores depois.

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Por que não universaliza? Financiamento precário, projetos pontuais, e dependência excessiva de ONGs e do terceiro setor. Políticas públicas precisam de orçamento estável, metas e mecanismos de avaliação — não só boas intenções.

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Soluções práticas: orçamento com rubrica específica, transferências para serviços locais, integração saúde-segurança-assistência, e incentivos para empresas que apoiem a reabilitação e a autonomia econômica das vítimas. Democracia do acesso importa aqui.

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Reflexão final: investir em prevenção e assistência não é gasto supérfluo — é economia social e política de justiça. Se queremos menos Tainaras, precisamos cobrar prioridade orçamentária. Isso salva vidas e reduz custos no longo prazo.

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