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Resumo em 10 segundos

Descubra a faixa ideal, diferenças entre fontes animais e vegetais e o que a ciência realmente diz 🍗🥦

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Quanto de proteína comer para aumentar os músculos? 🍗🥦🧵 Nova matéria do VivaBem/UOL traz dados científicos e dicas práticas — mas será que existe uma “dose única” pra todo mundo? Vamos desconstruir números, mitos e opções vegetais.

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O básico: para hipertrofia a literatura aponta ~1,6 a 2,2 g/kg de peso corporal/dia. Ex.: 70 kg → 112–154 g/dia. Menos pode funcionar; mais nem sempre traz ganhos proporcionais. Contexto (treino, calorias, sono) importa tanto quanto o total.

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Fontes vegetais também funcionam — não é mito. Soja, grão-de-bico, castanhas, tofu, ervilha, arroz, feijão, lentilha, quinoa e aveia entram na lista. A diferença real é qualidade (leucina) e digestibilidade: combine e, se necessário, aumente levemente a dose.

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Importante: proteína sem estímulo é só gasto. Para ganhar músculo é preciso treinamento de força consistente + leve superávit calórico + recuperação. Distribuir proteína ao longo do dia (≈0,4–0,55 g/kg por refeição) ajuda a manter sinal anabólico.

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Suplementos têm papel prático: whey é rico em leucina e muito estudado; blends vegetais estão melhorando. Mas cuidado com marketing que empurra 'doses milagrosas' — avalie custo-benefício e prefira orientação profissional. Quem tem doença renal precisa de avaliação médica.

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Um olhar maior: dietas à base de plantas tendem a ser mais sustentáveis e, quando bem planejadas, acessíveis. Porém, desigualdade de acesso a alimentos variados é real — políticas públicas e educação alimentar são necessárias para democratizar resultados em saúde e desempenho.

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Fecho crítico: a fórmula mais robusta é prática e simples — 1,6–2,2 g/kg + treino de força + variedade de fontes (animal ou vegetal). Questione o hype da indústria, ajuste à sua realidade financeira e cultural, e priorize ciência sobre promessas.

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