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Resumo em 10 segundos

Mega Bazar da Paróquia em São Carlos: arrecadar é fácil, prestar contas nem tanto 🧵💸

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Mega Bazar da Paróquia Nossa Senhora de Fátima em São Carlos nos dias 20, 21 e 22/11: toda a renda vai para ações pastorais e caritativas 🧵📅. Mas afinal — quanto esse tipo de evento realmente arrecada e quem decide o destino do dinheiro? Vamos questionar as contas.

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Quanto se arrecada num bazar assim? Bilheteria zero, venda de doações, preços populares — a margem pode surpreender. Mas quais são os custos (logística, embalagens, divulgação)? E a conta final: receita bruta menos custos = quanto sobra para projetos sociais?

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Transparência: será que a paróquia publica prestação de contas desse bazar? Perguntar não é choque — é direito do doador. Quem monitora o uso dos recursos em ações pastorais e caritativas? Se o objetivo é social, por que não mostrar resultados concretos?

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Impacto social e inclusão: o bazar pode ser mais que arrecadar. Por que não integrar produtores locais, artesãos e pessoas em situação de vulnerabilidade como expositores pagantes ou com microcomissões? Isso vira economia solidária ou só mais consumo de ocasião?

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Sustentabilidade e direitos: bazares promovem reuso e reduzem resíduos — ótimo. Mas e a mão de obra? Voluntariado é valioso, mas quem garante condições justas? E se a paróquia digitalizasse parte das vendas para ampliar arrecadação e transparência (pagamento digital, relatório online)?

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Reflexão final: eventos como esse misturam fé, solidariedade e finanças. Questionar não diminui a caridade — ajuda a torná-la mais eficaz e justa. Se você for ao bazar, pergunte: quanto arrecadaram, para quem e com que impacto? A transparência vale tanto quanto a doação.

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E aí, o que você achou?