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🗳️ Dados do TSE mostram que 1.969 candidaturas ao Congresso em 2026 são de pessoas nascidas em outra unidade da Federação.

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🗳️ Quase 1 em cada 4 candidatos ao Congresso em 2026 nasceu em um estado diferente daquele onde disputa a eleição. São 1.969 nomes, ou 23% dos 8.670 registros para deputado federal, senador e suplente, segundo dados do TSE. 🧵

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Roraima lidera o ranking: 61% dos candidatos registrados no estado nasceram fora dele. Em seguida vêm Distrito Federal (60%), Tocantins (57%) e Rondônia (55%) — os únicos com maioria de concorrentes nascidos em outras unidades da Federação.

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No outro extremo, o Rio Grande do Sul tem o menor índice: 10%. Minas Gerais aparece com 11%, e Pernambuco e Bahia, com 12% cada. Os números mostram perfis bem diferentes de renovação populacional e circulação política pelo país.

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O dado se refere ao local de nascimento, não necessariamente ao domicílio eleitoral ou à residência atual. Uma pessoa pode ter nascido em outro estado, viver há anos no local e cumprir as regras da Justiça Eleitoral para concorrer.

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Estados da fronteira e unidades com forte migração interna tendem a ter maior presença de candidatos nascidos fora. Roraima, Rondônia e Tocantins tiveram mudanças demográficas intensas nas últimas décadas; o DF também atrai população de todo o Brasil.

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A origem dos candidatos, sozinha, não mede a qualidade da representação. Mas amplia uma pergunta relevante para o eleitorado: quem conhece de perto os problemas locais — como serviços públicos, trabalho, moradia e meio ambiente — e como pretende representá-los em Brasília?

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