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Resumo em 10 segundos

Capacete, cordas e muita técnica: em St. Louis, profissionais de 22 países transformaram o cuidado com árvores em uma disputa lá no alto. 🌳🧗

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Quase 100 arboristas de 22 países subiram pinheiros, liquidâmbares e carvalhos em St. Louis, nos EUA, no Campeonato Internacional de Escalada em Árvores. 🌳🧗 E a edição de 2026 celebra 50 anos do evento. 🧵

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Não é só uma competição curiosa: as provas reproduzem situações reais do trabalho de quem poda, avalia riscos e cuida de árvores em cidades, parques e florestas. Técnica e segurança são o centro de tudo.

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Uma das provas é a escalada de velocidade com corda assegurada: o participante precisa chegar ao topo o mais rápido possível. Mas rapidez, sozinha, não resolve — o uso correto dos equipamentos é essencial.

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Na prova de trabalho, os competidores percorrem árvores de 24 a 30 metros, passam pelos galhos e tocam sinos nas pontas. Cada sino simula um ponto onde um arborista faria um corte durante uma poda.

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A avaliação combina velocidade, planejamento da rota e equilíbrio. Há ainda arremesso de corda, ascensão e resgate aéreo, em que o competidor encontra e remove um boneco entre os galhos — simulando uma emergência.

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O torneio reuniu 52 homens e 39 mulheres. Para a organização, a disputa também evidencia uma profissão pouco vista pelo público, mas decisiva para manter árvores urbanas saudáveis e reduzir riscos de quedas.

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St. Louis foi escolhida por um motivo especial: a primeira edição internacional ocorreu ali, em 1976. Cinquenta anos depois, a competição preserva uma ideia simples: cuidar das árvores exige conhecimento, treinamento e trabalho em equipe. 🌳

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