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Resumo em 10 segundos

Em seis meses, 4.953 pacientes não compareceram a atendimentos agendados. Os dados mostram que horário, trabalho e transporte podem pesar nessa conta. 🏥

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Várzea Grande registrou 4.953 faltas a consultas e procedimentos do SUS em só seis meses. 🏥 E não é só um número: cada ausência pode virar uma vaga vazia, fila maior e tratamento interrompido para alguém. 🧵

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O dado é da Atenção Primária, entre 1º de março e 31 de agosto de 2026, com base no e-SUS APS. “Absenteísmo” é o nome dado quando a pessoa falta ao atendimento marcado sem avisar antes.

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O horário chama atenção: 3.136 faltas foram pela manhã — 63% do total. À tarde, foram 1.815; à noite, apenas 4. Isso sugere uma barreira bem concreta: conciliar consulta com expediente, deslocamento e transporte público.

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As ausências também ficaram concentradas em algumas unidades. A USF Água Limpa teve 758 faltas, seguida pela USF São Matheus II, com 605, e USF Manaíra, com 511. Juntas, as três somam 37,8% de todas as faltas.

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E não foram os idosos que mais faltaram, como muita gente poderia imaginar. Jovens e adultos em idade produtiva lideram: de 15 a 34 anos, foram 1.462 ausências — 29,5% do total. Rotina apertada também é questão de saúde.

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Claro: lembrar da consulta e avisar quando não der para ir ajuda muito. Mas os dados também pedem soluções do serviço: lembretes, remarcação simples, horários mais acessíveis e transporte melhor. Cuidar da saúde precisa caber na vida real.

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