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Resumo em 10 segundos

Aos 81, Larry Ellison virou protagonista do ano e agora aposta fortuna pessoal para tentar a Netflix — mudança de poder que exige perguntas difíceis 🔍

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Larry Ellison, não Elon Musk: o titã que definiu 2025 no tech 🔎 🧵 Aos 81, o cofundador da Oracle esteve no centro dos grandes negócios do ano — e agora aposta fortuna pessoal para tentar superar rivais na compra da Netflix. O jogo mudou. Por quê?

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Contexto rápido: Ellison reapareceu com força via valorização de ativos da Oracle, investimentos em cloud/IA e movimentações financeiras estratégicas. Por um período chegou a ultrapassar Musk como o homem mais rico — reflexo de ganhos e apostas concentradas.

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O ponto crítico: ter um ator com controle sobre infraestrutura de dados e software interessado em uma plataforma cultural como a Netflix levanta questões sobre algoritmos, privacidade e poder editorial. Transparência e limites são essenciais.

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Riscos para o ecossistema: concentração de capital tende a reduzir competição e espaço para startups, além de impactar condições de trabalho (tanto na tecnologia quanto na economia criativa). Quem se beneficia das grandes aquisições e quem perde?

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Tática financeira: usar fortuna pessoal para ofertas finais corta intermediários e revela vontade de controle total. Pode ser eficaz a curto prazo — mas até que ponto isso é saudável para mercados de conteúdo e para a diversidade de fornecedores?

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Uma nuance que costuma ficar de lado: grandes aquisições têm pegada ambiental (data centers, energia) e social (curadoria e inclusão). Se o discurso for democratização do acesso, ele precisa se traduzir em práticas reais, não só em estratégia empresarial.

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Conclusão: 2025 mostrou que poder no tech não é só visibilidade pública — é quem controla plataformas e infraestrutura. A questão que fica é prática e política: queremos sistemas ditados por poucos operadores bilionários ou uma internet mais plural e sujeita a regras que protejam público e trabalhadores?

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