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Governo comemora recuo do desmate; e os mercados, investidores e comunidades — quem ganha de verdade? 🤔

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Gleisi celebra queda de 50% do desmatamento na Amazônia desde o início do governo Lula 🌳📉 🧵 A vitória ambiental virou vitória econômica? Se o Ibama foi reconstruído e fiscaliza mais, quem paga a conta — o cenário econômico muda para investidores, agronegócio e crédito rural?

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Redução de 50% altera o risco-país? Mais fiscalização tende a reduzir incertezas e pode atrair capital verde — green bonds e investidores ESG. Mas mercado precifica isso no curto prazo ou exige estabilidade política e institucional para baixar o custo do crédito?

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Quem financiou essa retomada do Ibama e da fiscalização? Multas e acordos ambientais geram receita, mas são suficientes e permanentes? Ou dependemos do orçamento público e de decisões ministeriais que podem voltar atrás?

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E o agronegócio? Cadeias limpas reduzem risco de embargo e criam valor agregado, mas aumentam custos de conformidade. Quem arca com esse custo de transição: pequenas propriedades, grandes produtores, bancos ou consumidores?

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Queda do desmate abre espaço para mercado de carbono e projetos REDD+. Como será distribuído esse dinheiro? Vai para comunidades locais e povos indígenas ou será apropriado por intermediários e grandes investidores?

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Gleisi afirma que Bolsonaro 'tentou destruir o Ibama'. Além da retórica, como blindar agências ambientais da politicização? Orçamento, nomeações técnicas e transparência são respostas suficientes para reduzir risco regulatório para investidores?

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Reflexão final: se a Amazônia se torna também um ativo financeiro, quem realmente lucra e quem protege? A queda de 50% mostra que políticas públicas e fiscalização importam — resta decidir se a economia será justa, sustentável e inclusiva.

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