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ONS agora vê queda de 0,7% na carga em outubro e menor aporte de chuvas ao Sul — impacto em preços, contratos e planejamento energético 📉

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ONS reduz previsão: carga de energia em outubro deve cair 0,7% ano a ano, para 81.193 MW médios 🧵

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Mudança importante: o ONS também cortou a expectativa de chuvas que chegam às hidrelétricas do Sul — agora 95% da média histórica, contra 115% na semana passada. Menos chuva = menos oferta hidráulica e mais potencial de volatilidade nos preços.

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Detalhes regionais: energia natural afluente projetada em outubro — Sudeste/Centro‑Oeste 56% (era 55%), Nordeste 37% (35%) e Norte 62% (65%). Ou seja: alguns bolsões se seguram, outros recuam. Explicando rápido: 'afluente' = água que chega às usinas.

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Reservatórios do Sudeste/Centro‑Oeste mantidos em 45,8% da capacidade no fim do mês. Isso é chave pro PLD (preço spot) e para decidir se térmicas entram pesado — e, no fim, o que pesa na conta do consumidor e no custo da indústria.

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O que o mercado vai olhar: risco de bandeira tarifária mais alta, acionamento de usinas térmicas (mais custo) e impacto em contratos de curto prazo. Pra investidores: fique de olho em PLD, contratos no mercado livre e leilões de energia.

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Uma nuance social e política (sem lenga-lenga): decisões sobre tarifas e acionamento de térmicas têm efeito direto na vida de quem paga a conta. Vale reforçar políticas públicas que incentivem eficiência energética, diversificação da matriz e proteção aos mais vulneráveis.

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Resumo prático: queda de carga pode aliviar pressão por demanda, mas menor chuva complica a oferta. A fórmula pro Brasil é clara: mais investimento em renováveis, gestão hídrica moderna e transparência nas políticas para não transferir o custo só para quem mais precisa.

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