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Resumo em 10 segundos

Queda de mortes dá esperança, mas o custo da reabilitação pesa no SUS — veja números, impactos e caminhos práticos 🚑🌱

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453 mil acidentes no Brasil em 2025; mortes caem 3,67% até maio, mas a reabilitação segue onerando o SUS 🚑🧵

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Dados Renaest mostram: entre jan‑mai ocorreram 453.000 acidentes e 7,4 mil mortes. A queda é positiva, mas em 2024 o SUS registrou 227.656 internações por sinistros — a cada 2 minutos alguém precisa de atendimento de emergência.

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No último decênio o SUS contabilizou 1,8 milhão de internações por acidentes de trânsito e R$ 3,8 bilhões em despesas hospitalares diretas. Flávio Adura (Abramet) destaca: o impacto vai além das estatísticas — são vidas que precisam de cuidado prolongado.

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As sequelas variam: amputações, lesões cerebrais, fraturas complexas e transtornos psicológicos. Reabilitação exige fisioterapia, próteses e apoio social — e hoje esses serviços não estão distribuídos de forma justa pelo país.

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Boas notícias: é possível reduzir danos e custos com medidas concretas — mais ciclovias seguras, fiscalização inteligente, educação no trânsito, telereabilitação e centros de reabilitação comunitária. Prevenção + reabilitação eficiente = ganho social e econômico.

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Políticas públicas fazem a diferença: financiar rede de reabilitação, formar profissionais e regular tecnologias acessíveis. Um ponto crítico: a concentração de recursos nos grandes centros deixa regiões rurais e periferias desassistidas — precisamos corrigir isso.

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Reflexão final 🌱: a queda nas mortes é motivo de esperança, mas o desafio da reabilitação permanece. Investir em prevenção e em redes de reabilitação acessíveis é solução ganha‑ganha — salva vidas, reduz custos e promove justiça social.

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