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QueerCode Festival junta arte, tech e cultura LGBTQIAPN+ na Ilha da Gigoia — um laboratório sobre visibilidade, plataformas e democratização digital 🏳️‍🌈💻

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QueerCode Festival une arte, tecnologia e cultura LGBTQIAPN+ na Ilha da Gigoia nos dias 20 e 21/09 🏳️‍🌈💻🧵 — evento traz oficinas, teatro, lançamentos e shows com curadoria da Queerioca e apoio público. Por que a tecnologia importa aqui?

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O festival foi idealizado por Cícero Nogueira (Fermento Cultural) e ocupa A Container e AKBAR. Além do simbolismo da ocupação, há um movimento tech por trás: gestão de projetos culturais, distribuição digital e modos de amplificar vozes marginalizadas.

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Programação tem oficinas de criação e gestão cultural — terreno fértil para discutir ferramentas: plataformas de financiamento, CMS para publicação independente, streaming e preservação digital. Como essas escolhas tecnológicas moldam quem é visto?

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Questão trabalhista: artistas e curadores dependem de plataformas que remuneram mal. Eventos como QueerCode podem testar modelos alternativos (remuneração justa, contratos claros, plataformas comunitárias) para reduzir precarização digital.

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Há também um ponto crítico sobre poder: a concentração em grandes redes digitais tende a homogeneizar narrativas. A solução? Investir em infra(estrutura) pública, software livre e espaços culturais digitais que devolvam controle às comunidades.

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Reflexão final: QueerCode não é só festa — é um laboratório político-tecnológico. A forma como o festival usa tech (do arquivo ao streaming, da gestão à remuneração) vai mostrar caminhos para uma cultura digital mais diversa e justa.

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