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Resumo em 10 segundos

📚 E-book da UEL reúne 20 pesquisadoras e expõe por que diversidade científica não é detalhe — pode mudar diagnósticos, tratamentos e vidas.

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Um e-book da UEL reúne as trajetórias de 20 pesquisadoras — e levanta uma pergunta incômoda: o que a ciência perde quando mulheres são minoria nos espaços de decisão? 🔬🧵

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“Meninas na Ciência: Módulo Saúde e Doença — Cientistas da UEL” nasce de relatos reais, não de biografias idealizadas. Infância, vocação, rotina acadêmica, família e obstáculos: por que tantas trajetórias ainda precisam ser de resistência?

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A obra também homenageia Halha Ostrensky Saridakis, pioneira na fundação dos cursos de Medicina e Farmácia. Quantas cientistas fundamentais para a formação do país ainda são pouco conhecidas fora de suas instituições?

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O ponto vai além da representatividade: durante décadas, estudos médicos e farmacológicos usaram majoritariamente populações masculinas. Dá para chamar de conhecimento universal algo que não considera corpos, hormônios e vivências de metade da população?

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Mais pesquisadoras podem ampliar as perguntas feitas nos laboratórios — e perguntas melhores geram evidências mais úteis para a saúde feminina. Não se trata de “ciência para mulheres”, mas de ciência menos incompleta.

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Organizado por Alessandra Lourenço Cecchini Armani, do CCB, o e-book encerra um projeto de extensão financiado pela Fundação Araucária. Quando histórias científicas chegam a estudantes, quem sabe quantas vocações deixam de ser interrompidas cedo?

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O lançamento será em 29 de outubro, às 18h, na Sala 201 do Centro de Ciências Biológicas da UEL. A pergunta que fica: se diversidade melhora a ciência, por que ainda a tratamos como exceção — e não como método?

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