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Resumo em 10 segundos

Projeto Amazônia Que Eu Quero 2026 leva democracia digital e tecnologia eleitoral ao centro do debate em Brasília 💻🌱

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Amazônia Que Eu Quero 2026 lança nova temporada em Brasília para debater democracia digital e tecnologia eleitoral 💻🧵 A cerimônia (4/ ) reuniu parlamentares, empresários, especialistas e sociedade civil. O foco: como a tecnologia molda participação e confiança nas urnas.

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Quem organiza: Fundação Rede Amazônica. Por que importa: debater tecnologia eleitoral não é só sobre máquinas — é sobre quem tem voz, quem acessa plataformas e como comunidades amazônicas serão incluídas (ou excluídas) desse novo ecossistema digital.

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Tópicos técnicos em pauta: segurança cibernética, auditabilidade de sistemas, integridade de dados e plataformas de participação cidadã. Pergunta crítica: os critérios técnicos estão sendo pensados com transparência ou entregues a fornecedores privados sem escrutínio público?

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Conexão Amazônia–Tech: para ribeirinhos e povoados isolados, voto e participação dependem de conectividade sustentável. Debates precisam considerar energia, impacto ambiental de infraestrutura e inclusão de povos indígenas — tecnologia com equidade é também política ambiental.

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Risco de concentração: empresas que fornecem soluções eleitorais e plataformas de engajamento concentram dados e poder. Sem padronização aberta e auditoria independente, aumentam brechas para manipulação, falhas e perda de confiança. Regulação e código aberto importam.

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Propostas práticas que surgem: auditorias públicas, uso de software auditável, programas de alfabetização digital nas comunidades amazônicas, políticas para reduzir e‑waste e investimento em infraestrutura de baixo impacto ambiental. Democracia exige infraestrutura justa.

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Reflexão final: democracia digital não é inevitabilidade técnica — é escolha política e técnica. As decisões tomadas agora sobre padrões, acesso e transparência vão determinar quem participa nas próximas eleições. Precisamos decidir coletivamente, com ciência e justiça social.

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