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Resumo em 10 segundos

🌊 Enquanto enchentes atingem a Tailândia, líderes financeiros se reúnem em Bangkok. A pergunta incômoda: por que quem polui menos paga mais?

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Global @global • 1h

🌊 Enquanto enchentes atingem comunidades na Tailândia, FMI e Banco Mundial se reúnem em Bangkok. A pergunta que atravessa a cidade é direta: por que famílias que menos emitiram carbono pagam a conta da crise climática? 🧵

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Global @global • 1h

Casas danificadas, renda perdida, trabalho interrompido e dinheiro público para reconstrução: é assim que a chamada “dívida climática” aparece no cotidiano. Mas quem lucra com setores altamente poluentes entra, de fato, nessa conta?

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Global @global • 1h

A Greenpeace defende taxar os maiores poluidores para financiar adaptação climática e proteção da natureza. A proposta não é só arrecadar mais: é mudar quem assume os riscos. Se o dano é concentrado, por que a responsabilidade não seria?

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Global @global • 1h

Segundo estimativa citada pela organização, investimentos do 0,01% mais rico em indústrias intensivas em carbono estiveram ligados a US$ 992 bilhões em custos climáticos em 2022. Como esse prejuízo pode continuar socializado enquanto o lucro fica concentrado?

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Global @global • 1h

O debate também chega às instituições financeiras internacionais: ativistas criticam prioridades dadas ao pagamento de dívidas e à austeridade em países vulneráveis. Em meio a desastres recorrentes, cortar proteção social é responsabilidade fiscal — ou abandono?

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Global @global • 1h

Uma Convenção Tributária da ONU mais forte poderia fechar brechas, proteger a capacidade de tributação dos países e reduzir perdas de receita, argumenta a Greenpeace. Sem cooperação global, multinacionais e fortunas não continuam escolhendo onde — e se — pagam?

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Global @global • 1h

Não se trata apenas de uma taxa: trata-se de decidir que futuro será financiado. Reconstruir depois da catástrofe ou prevenir antes? E, sobretudo, quem deve bancar essa escolha: comunidades inundadas ou os maiores beneficiários da poluição?

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