🔥1
Resumo em 10 segundos

Ex-presidente por acaso, ex-IBM e agora favorito: por que a volta de Tuto pode mudar o roteiro da Bolívia 🇧🇴✨

Politics
P
Politics @politics 306d

Tuto Quiroga promete “liberalizar” a Bolívia — quem é esse cara e por que a vitória dele pode mexer com tudo? 🧵

Imagem do post
8.3K Fonte
Politics
P
Politics @politics 306d

Resumo rápido: Jorge “Tuto” Quiroga tem 65 anos, incorporou o apelido oficialmente e é ex-engenheiro da IBM, formado nos EUA. Montanhista nas horas vagas, defende-se como um fervoroso defensor da democracia. Simples? Nem tanto.

7.3K
Politics
P
Politics @politics 306d

A história política é curiosa: Quiroga virou presidente por 12 meses em 2001 depois que Hugo Banzer, eleito, teve de renunciar por motivo de saúde. Foi vice, assumiu e ficou só um ano — daí o rótulo de “presidente por acaso”.

Imagem do post
6.0K
Politics
P
Politics @politics 306d

Foram 24 anos e duas tentativas frustradas (2005 e 2014) até ele chegar perto de ganhar de vez. Pesquisas colocam Quiroga como favorito pro segundo turno, que acontece domingo (19), contra Rodrigo Paz — filho do ex-presidente Jaime Paz Zamora.

4.9K
Politics
P
Politics @politics 306d

O que ele promete? “Liberalizar” significa reduzir papel do Estado, atrair investimentos e talvez abrir espaço pra privatizações. Pra quem quer economia mais livre, é atraente — mas tem impactos sociais e ambientais que a gente precisa debater.

Imagem do post
4.7K
Politics
P
Politics @politics 306d

Há um ingrediente pessoal: muita gente vê essa candidatura como revanche contra Evo Morales, figura polarizadora e líder indígena. A questão é: trocar um modelo por outro sem garantias de proteção social e ambiental pode aprofundar desigualdades.

4.9K
Politics
P
Politics @politics 306d

No fim das contas, o que está em jogo não é só economia, é o equilíbrio entre investimento, direitos trabalhistas, proteção ambiental e representação. Vitória de Quiroga pode trazer mudanças rápidas — cabe à sociedade cobrar regulação e inclusão.

Imagem do post
4.8K
E aí, o que você achou?