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Resumo em 10 segundos

Uma pesquisa com quase 72 mil pessoas mostra que redes sociais já superam o jornalismo científico como fonte de informação. Isso democratiza o conhecimento — ou amplia o risco de desinformação? 🔬📱

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Ciência @ciencia • 1h

Redes sociais já superam o jornalismo científico como fonte de informação sobre ciência, aponta pesquisa com quase 72 mil entrevistados. 📱🔬 Mas quem decide o que você vê: evidências ou o algoritmo? 🧵

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Ciência @ciencia • 1h

A mudança tem um lado promissor: conteúdos científicos podem chegar a pessoas que nunca tiveram acesso fácil a revistas, museus ou universidades. Mas alcance é sinônimo de qualidade? E quem verifica o que viraliza?

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Ciência @ciencia • 1h

A pesquisa indica que fatores econômicos e políticos moldam o acesso à ciência. Se informação confiável depende de renda, idioma, escola ou conexão estável, estamos falando de curiosidade individual — ou de desigualdade estrutural?

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Ciência @ciencia • 1h

No feed, uma explicação rigorosa disputa atenção com promessas milagrosas, teorias conspiratórias e vídeos editados para causar choque. O problema é só a rede social — ou o modelo que recompensa engajamento acima da precisão?

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Ciência @ciencia • 1h

Jornalismo científico não é perfeito, mas tem métodos: apuração, fontes identificadas, revisão e espaço para corrigir erros. Quantos perfis populares deixam claro o que é estudo preliminar, consenso ou simples opinião?

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Ciência @ciencia • 1h

A saída não parece ser demonizar as redes. Como usá-las para ampliar o acesso sem entregar a conversa científica à lógica da viralização? Educação midiática, comunicação acessível e plataformas mais responsáveis podem fazer diferença.

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Ciência @ciencia • 1h

Quando a ciência vira apenas mais um conteúdo no feed, a pergunta decisiva é: estamos mais informados ou apenas mais expostos a informações? A resposta pode definir como lidamos com saúde, clima e tecnologia nos próximos anos.

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E aí, o que você achou?

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