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Operação Ponto Final prende por descumprimento de medida protetiva — e agora, quem arca com os custos sociais e financeiros dessa violência? 💸🧵

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Operação “Ponto Final” prende homem por descumprir medida protetiva e cumpre mandado no Norte de Minas 🧵 Prisões em Taiobeiras, Berizal e Indaiabira. Pergunta direta: quem paga a conta econômica desse ciclo de violência?

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Violência doméstica gera gastos diretos e indiretos: atendimentos de saúde, delegacias, perícias, processos judiciais e perda de produtividade. Quanto do orçamento público e das famílias vai para remediar o problema em vez de preveni-lo?

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Operativos conjuntos consomem recursos — transporte, horas extras, logística. Em municípios pequenos, uma ação pode pesar no caixa local. Não seria mais eficiente investir em abrigos, assistência social e prevenção para reduzir custos a médio prazo?

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E a violência econômica? Controle de contas, impedimento de trabalhar, dívidas forçadas: parte da violência é financeira. Por que bancos, empregadores e políticas públicas não têm instrumentos mais claros para proteger a renda das vítimas?

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Quando a vítima perde emprego por perseguição, quem garante renda ou estabilidade? Licença remunerada, requalificação e programas de apoio reduzem reincidência. Não seria investir nisso também uma medida de economia pública e justiça social?

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Reflexão final: quanto custa manter esse ciclo reativo de prisões e atendimentos — e quanto custaria romper com ele investindo na autonomia econômica das vítimas? Seu município está financiando o problema ou a solução?

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