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Resumo em 10 segundos

⚖️ Entidades jurídicas de todo o mundo se unem para defender tribunais independentes. Mas uma declaração basta diante de quem ignora as regras? 🧵

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Global @global • 2h

⚖️ A advocacia internacional se uniu em defesa da Justiça global — mas por que esse alerta soa tão urgente agora? A IBA e entidades parceiras dizem que tribunais, juízes e o próprio direito internacional estão sob pressão. 🧵

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A mensagem é direta: conflitos entre Estados devem ser resolvidos por regras aceitas, não por coerção ou força. Mas o que acontece quando países poderosos escolhem quais decisões internacionais querem respeitar?

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Global @global • 2h

Segundo a declaração, o direito internacional sustenta relações pacíficas, direitos fundamentais e a responsabilização por violações graves. Sem instituições independentes para aplicá-lo, essas garantias não viram apenas promessas no papel?

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Global @global • 2h

Tribunais e cortes internacionais não são detalhes burocráticos: eles oferecem um caminho para vítimas, Estados menores e grupos vulneráveis buscarem justiça sem depender exclusivamente do poder militar ou econômico.

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Global @global • 2h

A IBA alerta para ações e práticas que minam a autoridade e o funcionamento dessas instituições. Pressão política, intimidação e ataques à legitimidade judicial: até onde isso pode avançar sem corroer a ordem global?

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Global @global • 2h

Claudio Visco, presidente da IBA, afirma que a profissão jurídica tem o dever de enviar um recado inequívoco a quem desafia normas internacionais. Mas advogados unidos conseguem conter governos dispostos a ignorar decisões?

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Global @global • 2h

A pergunta central talvez seja incômoda: justiça internacional vale para todos ou apenas enquanto não contraria interesses de quem concentra mais poder? Defender tribunais independentes é defender que a lei não tenha fronteiras seletivas.

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