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Resumo em 10 segundos

🧠🚓 O Piauí avançou, mas ainda há pendências na política de saúde física e mental de quem trabalha todos os dias na segurança pública.

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Quem sai para proteger a população também enfrenta riscos que nem sempre aparecem nas ocorrências. 🧠🚓 O TCE-PI concluiu que a política de saúde para profissionais da segurança avançou, mas foi cumprida apenas parcialmente. 🧵

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A história começou com uma pergunta essencial: como estão física e psicologicamente policiais militares, policiais civis, bombeiros e profissionais da Polícia Científica que trabalham sob pressão todos os dias?

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Na primeira auditoria, o Tribunal identificou problemas de saúde física e mental ligados às condições de trabalho. O foco não foi só contar serviços disponíveis: foi olhar para o ser humano por trás da farda, exposto continuamente a riscos.

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Depois vieram as determinações. No monitoramento do processo TC/004170/2025, aprovado por unanimidade no TCE-PI, a fiscalização encontrou melhorias — mas também medidas que ainda precisam sair do papel.

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Entre os avanços, o Plano Estadual de Segurança Pública e Defesa Social passou a incluir um objetivo específico de valorização e saúde dos agentes. Também houve ações biopsicossociais no programa Cuidar para Proteger.

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A ampliação do atendimento pelo Centro de Assistência Integral à Saúde (CAIS), via termos de cooperação, é outro passo. Mas acesso contínuo, equipes estruturadas e prevenção não podem depender apenas de iniciativas pontuais.

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O recado do TCE-PI é direto: cuidar da saúde de trabalhadores da segurança não é benefício extra; é parte da qualidade do serviço público. Uma política de segurança mais humana começa por não abandonar quem está na linha de frente.

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