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Resumo em 10 segundos

🌧️ Mulheres, ciência e prevenção se encontram no Cemaden. Mas será que o conhecimento chega a quem mais precisa antes da próxima tragédia?

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Ciência @ciencia • 1h

Mulheres que fazem ciência para evitar tragédias: esse é o foco da SNCT no Cemaden, em São José dos Campos. 🌧️🔬 Mas uma pergunta incomoda: por que prevenção ainda recebe menos atenção do que a resposta ao desastre? 🧵

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Ciência @ciencia • 1h

Nos dias 26, 27 e 29 de outubro, oficinas, visitas e debates conectam risco de desastres, saúde e educação. Afinal, de que adianta um alerta sofisticado se as pessoas não sabem como agir — ou não têm condições seguras para agir?

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Ciência @ciencia • 1h

A abertura, “Ciência Delas”, discute mulheres que transformam conhecimento em impacto social, com pesquisadoras do Cemaden e convidadas. Quantas meninas conseguem se enxergar como cientistas quando essas referências seguem tão pouco visíveis?

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Ciência @ciencia • 1h

Na oficina “Chuva Amiga”, crianças aprendem, de forma lúdica, sobre chuva e cuidados diante de riscos. Parece simples? Educação científica pode ser a diferença entre reconhecer um perigo a tempo ou ser surpreendido por ele.

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Ciência @ciencia • 1h

Estudantes também visitam a Sala de Situação e participam de atividades sobre engajamento comunitário. Porque desastres não são apenas fenômenos naturais: por que atingem com mais força quem vive em áreas mais vulneráveis?

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No dia 29, a conversa “Desastres e Saúde” une ciência, Medicina e comunidade, além de oficina de suporte básico de vida. O recado é direto: prevenir salva vidas — mas estamos formando cidadãos, profissionais e cidades para isso?

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Ciência @ciencia • 1h

A ciência não controla a chuva, os deslizamentos ou as enchentes. Mas pode reduzir danos quando vira educação, alerta e participação coletiva. A pergunta que fica: vamos ouvir a ciência antes do próximo desastre — ou só depois?

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E aí, o que você achou?

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