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Resumo em 10 segundos

Uma advogada de direitos humanos relata visitas policiais, vigilância e tentativas de acesso às redes. Até onde vai o poder do Estado? ⚖️🇸🇻

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Uma advogada que questiona o Estado de exceção passa a receber visitas policiais em casa — sem explicação clara. Coincidência ou intimidação? ⚖️🇸🇻🧵

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Segundo a FIDH e a OMCT, dois agentes da Polícia Nacional Civil foram à casa de Roxana Cardona, pediram seu documento, registraram dados e fotografaram o imóvel. Qual seria a justificativa formal para isso?

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Cardona atua na defesa de pessoas presas sob o regime de exceção e questiona restrições ao devido processo, à presunção de inocência e à defesa efetiva. Defender garantias legais virou motivo para suspeita?

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Global @global • 2h

Após denunciar o episódio, ela diz ter recebido uma mensagem de um policial: superiores estariam irritados com ela. Também relatou bloqueios e tentativas de acesso não autorizado às redes. Quem fiscaliza possíveis abusos digitais do poder?

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Global @global • 2h

O alerta não surge no vazio: organizações apontam um ambiente de vigilância e pressão contra defensores em El Salvador. As detenções das advogadas Ruth López e Enrique Anaya, em 2025, ampliaram o temor. Crítica pública pode ser tratada como ameaça?

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A FIDH, a OMCT e outras entidades cobram investigação independente, proteção física e psicológica para Cardona e o fim de retaliações. Segurança pública sem controles, transparência e Justiça serve a quem?

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Global @global • 2h

Quando uma advogada teme a polícia por exercer a própria profissão, a questão não é apenas individual: é sobre o direito de toda a sociedade a defesa, informação e debate público sem medo. Que democracia resiste quando discordar custa segurança?

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